Rio das Ostras e Macaé marcam presença em movimentos “Fora Bolsonaro”

As manifestações tiveram como bandeiras de luta a ‘vacina já’ para todas e todos, auxílio emergencial de R$ 600 e contra a política do atual governo no enfrentamento a pandemia que já matou mais de 545 mil pessoas.

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As cidades de Macaé, Campos e Rio da Ostras marcaram presença junto aos mais de 500 municípios brasileiros, que registraram atividades “Fora Bolsonaro”, neste sábado, 24. As manifestações tiveram como bandeiras de luta a ‘vacina já’ para todas e todos, auxílio emergencial de R$ 600 e contra a política do atual governo no enfrentamento a pandemia que já matou mais de 545 mil pessoas. Os movimentos sociais também lutam contra a reforma administrativa e contra as privatizações.

O movimento reuniu a esquerda em massa, além de instituições sindicais e sociedade civil, todos com o mesmo pensamento: direito à vacina, comida na mesa e também a espera da derrubada do atual presidente Jair Bolsonaro (Sem partido). Entre os participantes estavam representantes do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense, que deixaram o seu recado, alertando que somente com o fim deste governo, será possível pensar em um projeto de recuperação econômica para o país, com foco na geração de emprego e renda e em políticas de proteção social, principalmente para as camadas da população mais impactadas pela pandemia.

“Eu queria falar para o petroleiro, a petroleira, que não foi para a rua hoje, nesse dia em que a gente está aqui lutando para defender também o emprego de cada trabalhador, cada trabalhadora, próprio ou terceirizado da Petrobrás. Não podemos ficar sentados no sofá assistindo a toda uma destruição da nossa empresa. Nós temos que ir para a rua fortalecer os sindicatos e aqueles que lutam por um país mais justo”, disse o coordenador geral do Sindipetro-NF, Tezeu Bezerra.

O Sindipetro-NF tem avançado nas articulações com demais sindicatos e movimentos sociais para dar cada vez mais peso às manifestações.

“A sociedade macaense se juntou para deixar um recado: Vacina no braço, comida no prato, vida e educação. Vamos nos organizar, procure o sindicato, os movimentos sociais. Vamos nos unir para juntos acabar com o fascismo e colocar um governo popular”, declarou o diretor Tadeu Porto.

A atual conjuntura é considerada dramática, tanto do ponto de vista político, quanto do sanitário, já que a pandemia da Covid-19 se aproxima de 600 mil mortos no país. Essa tragédia anunciada é resultado do descaso de um governo negacionista, que defendeu tratamentos ineficazes, demorou a comprar as vacinas e agora está sendo investigado por suspeitas de corrupção no Ministério da Saúde, com o envolvimento de militares. Uma situação insustentável também economicamente, com um quadro de mais de 20 milhões de desempregados e desalentados e a fome que atinge 25 milhões de brasileiros. São motivos mais do que suficientes para o povo exigir a saída de Bolsonaro.

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